Sousa/PB -
investigado

Porsche vinculado a amigo de Renato Cariani é localizado em propriedade de Tuta, antigo chefe do PCC

A trama se complica com a descoberta de uma Porsche Macan, em nome de Spinola, em um endereço associado a Tuta, mira de investigações

Da Redação Repórter PB

01/03/2024 às 13:31

Imagem Spinola, identificado pela Polícia Federal como a ponte entre Cariani e figuras do tráfico, enfrenta acusações sérias junto ao influencer

Spinola, identificado pela Polícia Federal como a ponte entre Cariani e figuras do tráfico, enfrenta acusações sérias junto ao influencer ‧ Foto: MPSP

Tamanho da fonte

m uma operação meticulosa, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) desvendou a conexão entre Fábio Spinola, associado ao influencer fitness Renato Cariani, e o submundo do crime, evidenciando uma Porsche em propriedade vinculada a Marcos Roberto de Almeida, conhecido como Tuta, ex-cabeça do Primeiro Comando da Capital (PCC) nas ruas. A informação foi divulgada pelo site Metrópoles.

Spinola, identificado pela Polícia Federal como a ponte entre Cariani e figuras do tráfico, enfrenta acusações sérias junto ao influencer: tráfico de drogas, associação criminosa e lavagem de dinheiro, decorrentes de 60 operações encobertas envolvendo substâncias químicas para a fabricação de até 15 toneladas de cocaína e crack. Uma troca de mensagens via Whatsapp interceptada pela PF revela a dinâmica entre Spinola e Cariani, que recorreu ao amigo em um momento crítico durante uma blitz antidrogas no Porto de Paranaguá (PR).

A trama se complica com a descoberta de uma Porsche Macan, em nome de Spinola, em um endereço associado a Tuta, mira de investigações sobre lavagem de dinheiro para o PCC. Segundo o Gaeco, o grupo especial do MPSP no combate ao crime organizado, o veículo foi encontrado em um prédio de luxo no Morumbi, São Paulo. O imóvel, adquirido por Tuta em 2017 através de um intermediário investigado no esquema de lavagem, foi comprado por R$ 1,2 milhão.

Recentemente, Tuta foi sentenciado a 12 anos de prisão por associação criminosa e lavagem de dinheiro. Acusado de movimentar R$ 1 bilhão em nome do PCC, sua ausência se tornou notória após suspeitas de desfalque na organização.

Fonte: hora brasília

Ads 728x90

QR Code

Para ler no celular, basta apontar a câmera

Comentários

Aviso Legal: Qualquer texto publicado na internet através do Repórter PB, não reflete a opinião deste site ou de seus autores e é de responsabilidade dos leitores que publicam.